Astrologia Eclíptica

Astrologia Eclíptica

R$ 17,00Preço

Este livro (ou tese, como prefiro chamar) não vai tratar de assuntos básicos astrológicos – uma vez que já existem milhares de livros publicados para tanto (básicos, intermediários e avançados) –, nem tampouco se a Astrologia Ocidental (Tropical) ou Oriental (Sideral) está ‘certa ou errada’ – porque, na verdade, como dizia Lavoisier: “na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” e a astrologia foi criada por meio de ‘convenções preestabelecidas’.

 

A ideia trazida aqui é a de: (i) questionar um paradigma criado há uns 4.500 anos atrás (época dos Babilônios ou Sumérios); (ii) buscar unificar os conhecimentos astronômicos e astrológicos uma vez que tudo está conectado com o Todo (a Fonte, Deus ou Vácuo Quântico) e dele provém; e (iii) dar a devida importância ao signo que foi suprimido e, até hoje, rejeitado pelas instituições astrológicas: Ofiúco ou Serpentário.

 

A escolha de publicar este material no ano de 2.021 deu-se por conta de duas coisas muito importantes: (i) ano astrológico regido pelo planeta Vênus (relações em geral, parcerias e acordos sociais); e (ii) influência da conjunção dos planetas Saturno e Jupiter (o velho, limitante e retrógrado dando espaço para o novo e criativo).

 

É claro que alguns vão dizer: mas essa coisa de 13 signos já existe há anos e muitos astrólogos renomados já ‘explicaram’ porque esse isso ‘não existe’.

 

Não tenho a pretensão de esgotar o assunto; pretendo ‘plantar uma semente na Terra’ e, se conseguir gerar o interesse de um número considerável de pessoas – ao ponto do paradigma ser revisto –, já terei concretizado a minha missão nesta terceira dimensão. Este é o objetivo final do trabalho em tela.

 

Vou abordar como ficam os 13 signos, os 13 planetas, as 13 casas astrológicas, a natureza dos 5 elementos e qual método pode ser utilizado para análise de um mapa sob a visão da Astrologia Eclíptica, sendo apresentado ao final

 

deste material um estudo de caso para comprovar que a mudança do signo interfere na análise eficaz do mapa natal de uma pessoa.

 

Espero, do ‘fundo do coração’, que estas palavras sejam absorvidas sem preconceitos ou dogmatismos, que as pessoas (do meio astrológico, astronômico, estudiosos, leigos ou, apenas, curiosos) tenham a ‘mente aberta’ para: (i) transmutar tudo aquilo que já foi incorporado sobre os signos, símbolos e mitos e (ii) desprender-se dos rótulos e paradigmas vigentes e (iii) enxergar, aceitar e admitir a existência de uma nova ‘convenção’, uma nova ‘realidade’ ou percepção de astrologia … por que mudanças são bem vindas, necessárias e importantes para a evolução da humanidade.